Ele a prendeu com seus braços e pernas. "Está presa" ele disse. Ela olhou para ele longamente. "Eu gosto de estar" ela falou. Ambos sorriram.
domingo, 26 de dezembro de 2010
O desespero bateu a porta dela. Não, bater não seria a descrição correta. O desespero empurrou a porta, a deixou em pedaços. Avançou. Ficou frente à frente com ela. E com força, cravou seu punhal bem no meio de seu peito. Ela deixou as lágrimas virem enquanto o coração sangrava.